Mobilização do programa SBRHVI em Goiás

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Postada em: 06/06/2019

Dando sequência ao calendário de visitas de mobilização do programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), a Abrapa esteve em Goiânia (GO), no dia 30 de maio, para conversar sobre a iniciativa e alertar para a importância da máxima adesão dos produtores. Todos os laboratórios que atendem aos cotonicultores brasileiros já aderiram à iniciativa, que visa a harmonizar os resultados obtidos nas análises instrumentais de pluma no país. Na oportunidade, a Abrapa realizou a visita de verificação no Laboratório de Classificação Visual e Tecnológica da Fibra de Algodão, da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa). A visita de verificação integra o calendário anual do SBRHVI, como parte do 3º pilar, de orientação aos laboratórios participantes.

  

De acordo com Edson Mizoguchi, o encontro se dá antes do início da safra no estado. "Eles já começaram a receber amostras, mas isso será intensificado a partir de junho. É importante que os laboratórios atendam aos requisitos do programa e que os produtores façam parte da iniciativa. O clima estava muito favorável ao engajamento dos cotonicultores", disse Mizoguchi.

 

Na associação, a reunião foi conduzida pelo gerente do laboratório da Agopa, Rhudson Assolari, que abriu o encontro com dados da capacidade de análise do centro, normas exigidas no Brasil e no exterior, taxas de confiabilidade e frequência da manutenção dos equipamentos.

 

Para o presidente da Agopa, Carlos Alberto Moresco, o programa SBRHVI veio para "solidificar a credibilidade do algodão brasileiro e do laboratório central da Abrapa, o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA). Sem dúvida um diferencial competitivo na conquista de mercados", afirmou. Moresco conta que, seguindo os passos do CBRA, o laboratório da Agopa também vai buscar a certificação de Bremen. "Nossa meta é alcançá-la em 2020", concluiu.

 

 

Presente à reunião, o diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, destacou a geração de valor da fibra como uma razão crucial para a adesão ao programa. "Com informações online será possível formar lotes com dados fidedignos, acessíveis ao comprador ou trading, que poderão pagar pela qualidade", explicou.