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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

ALGODÃO PELO MUNDO #14/2021

- Algodão em NY - Hoje é dia de relatório do USDA às 13hs (Brasília). Na semana, os fundamentos de mercado prevaleceram. O contrato Jul/21 fechou em 82,66 U$c/lp, alta de 4,3% nos últimos 7 dias.- Preços - O preço do algodão brasileiro Middling 1-1/8” (31-3-36) posto Ásia está cotado a 87,75 U$c/lp (-150 pts na semana) para embarque em Abr-Mai/21 e 90,00 U$c/lp (-25 pts) para embarque em Out-Nov/21. Tabela com mais detalhes abaixo.- Altistas 1 - O FMI divulgou seu último World Economic Outlook projetando números de crescimento de PIB global maiores que os divulgados no último relatório 6,0% (+ 0,5%) para 2021 e 4,4% (+ 0,2%) para 2022. - Altistas 2 - Estímulos fiscais nas grandes economias e uma recuperação antecipada graças à vacinação foram os fatores que fizeram o órgão aumentar a projeção.- Altistas 3 - Daqui a pouco, o USDA divulgará seus dados mensais de oferta e demanda de abril. A previsão é de uma pequena redução nos números da safra de 2020/21 e um aumento nas exportações, resultando em menores estoques finais.- Altistas 4 - Os números de vendas e exportações dos EUA divulgados ontem foram positivos, principalmente comparados com a semana passada, que foi marcada por um grande número de cancelamentos. Os números até aqui indicam ritmo acima do previsto pelo USDA para 20/21, que foi de 15,5 milhões de fardos no último relatório.- Baixistas 1 - A escalada nas tensões EUA-China, agora envolvendo importantes marcas e varejistas ocidentais, está longe de ser revolvida. Os EUA já falam em possível boicote aos jogos olímpicos de inverno que serão em Beijing em 2022. A China já está vetando marcas ocidentais que não usam algodão de Xinjiang.- China - De acordo com as últimas estimativas do FMI, a China será o principal motor do crescimento global deste ano até 2026, respondendo por mais de um quinto da expansão econômica total do mundo (20,4%), seguido pelos EUA com 14,8% e Índia (8,4%).- China 2 - No gigante Asiático, a expectativa entre as indústrias é por novas cotas de importação de algodão. As importações de algodão se tornam mais importantes para a China neste momento de boicote a países e marcas ocidentais de roupas produzidas com algodão de Xinjiang.- EUA - Nos Estados Unidos, as condições no oeste do Texas permaneceram anormalmente quentes e geralmente secas. O avanço de plantio é de 6% no país.- Exportações - Em mar/21, a China foi o maior comprador de algodão Brasileiro, com volume de 57,6 mil toneladas. Vietnã, Turquia e Bangladesh aparecem nas demais colocações. As exportações de março/21 foram de 221,9 mil tons.- Exportações 2 - Nos 8 meses acumulados da temporada de exportações 2020/2021 (ago/20 a mar/2021), o Brasil exportou 1,943 milhão de tons, totalizando uma receita de US$ 2,99 bilhões. O volume embarcado nesse período é 18% superior que ao volume embarcado ao longo dos mesmos meses da temporada 2019/2020.- Exportações 3 - O ranking dos 10 maiores importadores mundiais de algodão brasileiro no acumulado da temporada 20/21 é China (33%), Vietnã (16%), Paquistão (13%), Bangladesh (11%), Turquia (10%), Indonésia (9%), Malásia (3%), Coréia do Sul (3%) e, finalmente, Tailândia e Índia (1%).- Preços - Consulte tabela abaixo ⬇

Postado em: 09/04/2021


Abrapa apresenta cenário de oferta e demanda de algodão à indústria têxtil mineira

Embora o período de colheita ainda não tenha começado, 63% da safra 2020/2021 de algodão já foram comercializados. O volume de pluma ainda disponível para a indústria têxtil é de 890 mil toneladas. O panorama foi apresentado pelo presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, Júlio Cézar Busato, durante plenária virtual do Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem no Estado de Minas Gerais (SIFT-MG), nesta quarta-feira (07). A expectativa de produção é de 2,41 milhões de toneladas da pluma, volume 20% inferior à safra 2019/20. O recuo se deve, principalmente, à redução de 17% na área plantada, que ficou em 1,35 milhão de hectares na safra 2020/21. "Durante o planejamento da safra 2020/21, os preços internacionais do algodão estavam abaixo de 63 cents de dólar/libra-peso. Nosso custo era 60, a decisão mais lógica era não plantar algodão", lembrou Busato, ressaltando que a comercialização antecipada busca travar o custo de produção. "Não podemos ter surpresas lá na frente", frisou. Segundo ele, a previsão é de redução de 8% na produção mundial de algodão na safra 2020/2021, frente a um crescimento de 8% no consumo global. A perspectiva de demanda pela pluma brasileira é de 720 mil toneladas no mercado interno e 2,31 milhões de toneladas no mercado externo. Para 2022, o prognóstico é de 700 mil e 1,83 milhão de toneladas, respectivamente. Não há, no entanto, razão para preocupação quanto ao abastecimento da indústria nacional, garantiu o presidente da Abrapa. "Precisamos ter uma maior aproximação da indústria com os produtores, para que também antecipem os contratos e garantam seu fornecimento", pontuou. Bernardo Souza Lima, diretor da corretora Souza Lima, destacou que as exportações do primeiro trimestre deste ano ultrapassaram 730 mil toneladas, mais do que todo o consumo interno previsto para a safra 2020/2021. O estoque de passagem, portanto, deve ser baixo. "A exportação tende a ser um pouco menor no próximo ciclo, mas continuará havendo demanda pelo algodão brasileiro. É muito importante para a indústria trabalhar com maior antecedência na programação de compra de matéria-prima", avaliou. Souza Lima chamou atenção para a volatilidade do mercado de algodão nos últimos 12 meses, resultado da flutuação da cotação na bolsa de Nova York e do câmbio – principais componentes na formação do preço no mercado interno. "É muito importante ficar atento ao que pode acontecer com o câmbio e o preço internacional, porque isso vai impactar diretamente no nosso preço doméstico", afirmou. A plenária do SIFT-MG foi conduzida pelo presidente do sindicato, Rogério Mascarenhas, e contou ainda com a participação do presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel, e do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe.

Postado em: 08/04/2021


Relatório de Safra - 1ª quinzena de abril de 2021

Relatório de SafraO Brasil registrou recorde de exportações de algodão no mês de março. As vendas externas totalizaram 221.948 toneladas da pluma, 58% acima do volume embarcado no mesmo mês de 2020. Nos primeiros oito meses da temporada de exportações 2020/2021, iniciada em agosto de 2020, os embarques chegaram a 1,943 milhão de toneladas de algodão. China e Vietnã foram os principais destinos da pluma brasileira no período. As informações estão no relatório Abrapa de Safra de março, publicado nesta quinta-feira (08). O documento apresenta, ainda, previsões atualizadas para a safra 2020/2021 e dados sobre sobre oferta e demanda mundial de algodão. Confira aquiRelatório de Safra - 1ª quinzena_abril_08.04.2021.pdf

Postado em: 08/04/2021


Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

​ALGODÃO PELO MUNDO #13/2021

​- Algodão em NY - O mercado resistiu ao anúncio de área maior que a esperada nos EUA, mas as baixas vendas semanais divulgadas ontem trouxeram o mercado para baixo. O contrato Jul/21 fechou em 79,27 U$c/lp, queda de 0.3% nos últimos 7 dias.- Preços - O preço do algodão brasileiro Middling 1-1/8” (31-3-36) posto Ásia está em 89,75 U$c/lp (-1,3% na semana) para embarque em Mar-Abr/21 e 90,25 U$c/lp (sem alteração na semana) para embarque em Out-Nov/21. Tabela com mais detalhes abaixo.- Altistas 1 - Apesar do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ter divulgado esta semana em seu relatório de intenção de plantio - o Prospective Plantings – que a área plantada de algodão será 12,04 milhões de acres, a visão de muitos analistas é que esta área deve ser menor pela competição com outras culturas.- Altistas 2 - Mais da metade da área plantada projetada é no Texas (56%), estado que vem sofrendo com seca, o que deve impactar tanto o % de abandono quanto a produtividade.- Baixistas 1 - As vendas externas divulgadas esta semana no relatório semanal de exportação dos EUA foram as mais baixas do ano 84.995 fardos, após cancelamentos de 165.120, principalmente da Indonésia (79%) e da China (15%).- Baixistas 2 - O algodão está no centro do mais recente conflito China-EUA, por conta do boicote dos EUA e seus aliados ao algodão produzido na principal região produtora Chinesa. Esta semana a China Cotton Association organizou um evento na região com diplomatas de 20 países.- Exportações - Exportações brasileiras de algodão fecharam o mês março/21 com de 221,9 mil tons. Este foi o maior mês de março da história, superando as 140 mil tons de mar/20.- Exportações 2 - Neste ritmo, o Brasil deve superar 2,3 milhões de tons no período Ago/20 a Jul/21, recorde absoluto. O volume exportado em 19/20 foi 1,95 milhões de toneladas.- Importações - A China divulgou que nos primeiros dois meses deste ano importou 690,6 mil tons de algodão, o que representa um aumento de 67,51% com relação ao ano anterior. Os EUA (43%) foram os maiores fornecedores, com o Brasil (38%) em segundo e a Índia (12%) em terceiro lugar.- Importações 2 - Desde a assinatura da fase 1 do acordo comercial entre EUA e China, no início do ano passado, o Brasil perdeu muito espaço no mercado Chinês. Entretanto, no acumulado dos últimos três meses divulgados pela China (Dez-Jan-Fev), o Brasil retomou as exportações e praticamente empatou com os EUA neste período.- Paquistão-Índia - Após anunciar que estava retomando o comércio de algodão com a Índia, suspenso em 2019, o governo Paquistanês voltou atrás e resolveu manter a proibição.- Bangladesh - Problemas no porto de Chittagong têm causado congestionamento e feito com que navios esperem até dez dias para atracar. Esta situação tem dificultado a importação de algodão pelo país e aumentado os custos logísticos. - Preços - Consulte tabela abaixo

Postado em: 02/04/2021


Câmara Setorial atualiza previsões da cadeia do algodão frente à pandemia

​A safra 2020/2021 de algodão deve alcançar 2,41 milhões de toneladas da pluma. O volume previsto é 20% inferior à 2019/20 e resulta, principalmente, da redução da área plantada, que totalizará 1,35 milhão de hectares. A produtividade média estimada é de 1.784 kg de pluma por hectare. As projeções atualizadas da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, Abrapa, mostram, ainda, que 65% do algodão plantado na safra 2020/21 é de segunda safra e 35%, de primeira. Os dados foram apresentados pelas associações estaduais na primeira reunião do ano da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O encontro, virtual, contou com a participação de todos os elos do setor. A indústria têxtil apresentou suas expectativas, diante da queda na demanda interna, em razão da segunda onda da pandemia de Covid-19 no país. A previsão é de um consumo de 700 mil toneladas de algodão. Segundo Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), o recuo nas vendas do varejo já vinha sendo observado desde novembro e, a partir de março, começou a ser sentido pela indústria. "Estamos procurando costurar soluções que não coloquem em risco toda a rede de produção e distribuição", informou. Pimentel acredita que somente em 2022 o setor retomará os níveis de 2019. Neste sentido, manifestou preocupação quanto ao estoque de passagem. "Precisamos trabalhar juntos, indústria, cotonicultura e varejo, para que não haja escassez de algodão e tenhamos uma situação de crescimento da cotonicultura e da indústria brasileira, rumo a nossa meta de um milhão de toneladas. Há preocupação com estoque de passagem muito apertado e é preciso que cotonicultura e indústria estajam afinados neste tema para não haver falta de algodão para a indústria têxtil brasileira", concluiu. No que se refere às vendas externas, a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) estima que alcancem 2,315 milhões de toneladas da pluma entre julho de 2020 e junho de 2021 – até fevereiro, os embarques totalizavam 1,8 milhão de toneladas. "Seria um novo recorde de exportação para o Brasil, além de solidificar a posição de segundo maior exportador do mundo, depois dos Estados Unidos, com praticamente 25% do comércio global", destacou Henrique Snitcovski, presidente da Anea. A China segue como principal destino da produção brasileira, responsável por mais de um terço das exportações de algodão. A Abrapa aproveitou a reunião para apresentar o programa de promoção internacional do algodão brasileiro, o Cotton Brazil. Lançado em 2020 em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o projeto tem foco no mercado asiático, destino de 99% das exportações brasileiras da pluma. Desde dezembro de 2020, a Abrapa conta com um escritório em Singapura, de onde foram realizados 10 eventos virtuais denominados Cotton Days - com a presença de mais de mil potenciais compradores, embaixadores e diplomatas - além de reuniões com as principais entidades do setor industrial têxtil da Ásia. Como convidada especial da reunião, a pesquisadora Lêda Carvalho Mendes, da Embrapa Cerrados, falou sobre perspectivas de uso da Análise Biológica dos Solos – BIOAS - para uma agricultura mais sustentável. Lançada no ano passado, a tecnologia busca aliar alta produtividade com qualidade de solo. "Queremos fazer agricultura em solos saudáveis", afirmou. Deliberações O reajuste do Preço Mínimo do Algodão foi um dos temas em debate. A Câmara setorial decidiu solicitar ao Mapa a atualização dos valores no próximo Plano Safra, que deve ser anunciado pelo governo federal entre maio e junho deste ano. A proposta está sendo elaborada com base em dados do Centro de Pesquisas Econômicas da Esalq/USP e da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). "É importante termos a garantia do preço mínimo não só para uma eventualidade, que esperamos que não aconteça, mas também como balizador dos cálculos para tomada de empréstimo e outros levantamentos", pontuou o diretor-executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero Outra demanda que será enviada ao Ministério da Agricultura é a criação de mecanismos regulatórios que minimizem os impactos do processo de reavaliação do imidacloprido à agricultura brasileira. Também será reiterado o pedido, feito em dezembro de 2020, de priorização de registro de defensivos para pragas de difícil controle, como o bicudo do algodoeiro e a ramulária. Ao final desta 62º reunião da Câmara Setorial, o presidente, Milton Garbugio, passou a liderança do fórum a Júlio Cézar Busato, que está à frente da Abrapa, desde janeiro deste ano. "Queria agradecer a todos da câmara setorial, quantos problemas já resolvemos aqui. Temos muitas conquistas e ficamos orgulhosos com isso", falou Garbugio. "Temos que, intensivamente, trabalhar cada vez mais e mostrar que temos, sim, produto com responsabilidade e qualidade como qualquer produtor do mundo", finalizou. Em nome do setor, Busato agradeceu a atuação de Garbugio em ações que beneficiaram a cotonicultura brasileira e reiterou o compromisso dos produtores com qualidade, rastreabilidade e sustentabilidade. "Temos que fazer o dever de casa, vamos ter um trabalho enorme e não vai ser fácil. O que queremos, com isso, é conquistar mercado e valorizar a pluma brasileira", destacou. A próxima reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados está marcada para julho.

Postado em: 30/03/2021


Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

​ALGODÃO PELO MUNDO #12

- Algodão em NY - Semana de queda significativa no mercado, com especuladores saindo em massa de suas posições. Com o mercado em limite de baixa ontem, o contrato Jul/21 fechou em 79,52 U$c/lp, queda de 8% nos últimos 7 dias. Desde o pico no final de Fevereiro, o contrato já perdeu 15 U$c/lp.- Preços - O preço do algodão brasileiro Middling 1-1/8” (31-3-36) posto Ásia está em 91 U$c/lp (-4% na semana) para embarque em Mar-Abr/21 e 90,25 U$c/lp (-3% na semana) para embarque em Out-Nov/21. Tabela com mais detalhes abaixo. - Altistas - Mesmo com o mercado em baixa na semana, é importante destacar que os fundamentos de mercado não se alteraram de maneira significativa. Apesar das (poucas) chuvas, a seca no Texas continua e o ritmo de exportações segue forte. Além disso, a área de plantio deste ano nos EUA ainda é incerta e está pressionada por conta da relação de preços algodão x grãos.- Baixistas 1 - Analisando os fatores baixistas, é importante destacar que a pandemia COVID-19 continua preocupando e limitando o crescimento, principalmente na Europa. A grave situação no Brasil também está no radar, além das tensões sobre distribuição de vacinas entre a UE e Reino Unido além da Índia limitando exportações da vacina.- Baixistas 2 - Os novos capítulos da relação EUA-China também contribuíram para a onda baixista. Após o boicote de produtos com algodão de Xinjiang, os americanos, liderando uma coalizão com seus aliados da Europa e Canada, impuseram novas sanções à China por conta das acusações de campos de trabalho forçado na região. - Baixistas 3 - A China, por sua vez, nega as acusações e já retaliou com sanções aos ocidentais. Ao mesmo tempo, esta semana há uma forte campanha nas redes sociais defendendo algodão produzido em Xinjiang e pedindo boicote a várias marcas de varejo que proibiram os produtos da região. Somente a hashtag #euapoioalgodãodeXinjiang já teve até ontem 1,8 bilhões de visualizações. - Exportações - Exportações brasileiras de algodão na 3a semana de março foram de 49 mil toneladas. O acumulado do mês nestas três semanas é de 153,8 mil tons. Com estes números, mar/21 já é o maior mês de março da história, superando as 140 mil tons de mar/20.- Relação Paquistão-Índia - O comércio de algodão entre os dois países foi suspenso em 2019 pelo Paquistão devido a litígios de fronteira na região da Caxemira. Os primeiros-ministros dos dois países estão em negociação que pode levar à suspensão do embargo. - A Austrália teve cinco dias de chuvas contínuas, com algumas áreas recebendo as maiores precipitações em mais de meio século. Com isso, os reservatórios estão se enchendo, o que traz esperança de melhores dias para a cotonicultura local.- Apesar de não interromper o comércio de algodão, o bloqueio do Canal de Suez impacta diretamente a cadeia têxtil pois esta é a principal via de exportação marítima de toda a Ásia para a Europa. A operação para desencalhar o navio Ever Given, um dos maiores navios do mundo com 400 mts de comprimento, pode levar muitos dias ainda. A cada dia de interrupção, em torno de US$ 10 bilhões de mercadorias deixam de transitar pelo canal.- Agenda - O relatório de intenções de plantio do USDA para esta safra será divulgado na quarta-feira, 31/mar. Entretanto, após o fim da pesquisa com produtores o mercado caiu mais 10 U$c/lp, o que pode indicar que o número anunciado pode estar acima do que será efetivamente plantado. A estimativa do USDA em Janeiro foi de 12,00 milhões de acres.- Preços - Consulte tabela abaixo ⬇

Postado em: 26/03/2021


Abrapa e Apex avaliam projeto Cotton Brazil

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, Abrapa, apresentou, nesta quinta-feira (25), um balanço da primeira fase do programa Cotton Brazil à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Fruto da parceria do setor produtivo com o governo federal, com apoio da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o projeto foi lançado em 2020 com o objetivo de promover internacionalmente o algodão brasileiro, com foco no mercado asiático. A Ásia é o destino de 99% das exportações brasileiras da pluma, concentradas em nove países China (22,5%), Bangladesh (17,3%), Vietnã (16,1%), Turquia (10,2%), Paquistão (9%), Indonésia (6,9%), India (2,4%), Tailândia (2%) e Coreia do Sul (1,4%), segundo dados do USDA (out/2020). O potencial de crescimento desses mercados motivou iniciativas como a abertura de um escritório da Abrapa em Singapura, hub do continente asiático. A base regional já propiciou a realização de 10 eventos virtuais denominados Cotton Days, com a presença de mais de mil potenciais compradores, embaixadores e diplomatas, além de reuniões com as principais entidades do setor industrial têxtil da Ásia. O projeto inclui uma plataforma de Business Inteligence que auxilia os gestores do setor do algodão brasileiro na tomada das melhores decisões baseadas em dados. A ferramenta reúne as principais informações e indicadores da cadeia produtiva do algodão no Brasil e no mundo. "A parceria com o governo brasileiro tem sido fundamental neste projeto e elevará nossas exportações de algodão a um outro patamar", avalia o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato. A meta do Cotton Brazil é transformar o Brasil no maior exportador de algodão em pluma do mundo até 2030, reconhecido pela qualidade, sustentabilidade e padrão tecnológico de seu produto.

Postado em: 25/03/2021


Aberta a temporada de adesão à certificação ABR e ao programa SBRHVI

​Está aberta a temporada de adesão ao programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que certifica o compromisso das unidades produtivas com a sustentabilidade. A partir da safra 2020-2021, todo produtor que adere ao ABR se associa, automaticamente, ao Standard Brasil HVI (SBRHVI). Com a vinculação dos dois programas, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão une sustentabilidade à qualidade. A iniciativa proporciona maior praticidade aos produtores e maior confiabilidade à fibra brasileira, ao dar transparência aos dados de HVI. A adesão ao ABR continua sendo necessária a cada safra, mas a adesão ao SBRHVI passa a ser por prazo indeterminado. O produtor pode optar pelo programa de qualidade (SBRHVI) sem aderir ao de sustentabilidade (ABR), mas não o inverso. Consolidado no país, o programa Algodão Responsável Brasileiro (ABR) é uma certificação que atesta boas práticas nas fazendas, considerando três pilares social, ambiental e econômico. O protocolo abrange os principais requisitos da legislação brasileira. São 178 itens, desde segurança e bem-estar do trabalhador até boas práticas agrícolas. O Standard Brasil HVI (SBRHVI), por sua vez, tem como objetivo garantir o resultado de origem e, assim, dar credibilidade e transparência às análises de HVI realizadas pelos laboratórios de classificação instrumental que operam no Brasil. Isso é feito a partir de três pilares e o primeiro deles é o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), um laboratório central, localizado em Brasília, que faz a checagem dos resultados das análises. Um Banco de Dados da Qualidade do Algodão Brasileiro e a orientação permanente aos laboratórios participantes completam o programa.

Postado em: 22/03/2021




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